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A regência em uma formação musical, seja ela uma grande orquestra ou pequenas formações vocais e instrumentais, tem a mesma importância que um diretor de uma grande corporação. São suas decisões que dão o tom aos negócios da entidade.

A visão do regente, em geral traduz a personalidade do grupo. É o regente que se responsabiliza pela administração do grupo, a escolha de seu produto - no caso de uma orquestra, a música. É ele quem provê praticamente todas as necessidades, além de ser o planejador de cada passo dado pelo grupo, em termos de música e muitas vezes fora dela.

Uma orquestra é como um negócio. Tem que ser gerenciado, dirigido com os mesmos princípios que se aplicam às empresas.

A hierarquia, também é parte do processo. Cada naipe tem seu líder, "o chefe de departamento”, depois tem o spalla - do italiano ombro - que é o líder da orquestra, o "gerente geral" e finalmente o regente, "o presidente do conselho".

Na função de Diretor Artístico é ele quem provê e administra todas as necessidades, além de ser o planejador de cada passo dado pelo grupo, em termos de música e recursos humanos. A importância do regente é diretamente ligada a sua capacidade de articular com os componentes da orquestra e também com o ambiente ao redor da orquestra.
Iniciou seus estudos de música aos 9 anos de idade, em 1979, em Várzea Paulista, sua cidade natal.
Estudou iniciação a teoria musical e posteriormente, harmonia, contraponto, orquestração e instrumentação com o professor David Brasil Loureiro, em Jundiaí.

Desde 1986, ainda como autodidata, dedicou-se a iniciação, educação musical e formação de grupos musicais em municípios da região: escolas, comunidades de bairro e eclesiásticas e associação de bandas de música e fanfarras.

Em 29 anos de experiência, já participou de inúmeros grupos musicais e estudou com os professores: David Brasil Loureiro, Samuel Kerr, Roberto Farias, Edmundo Villane Cortes, Flô Menezes, Edson Zampronha Sekeff, entre outros, e participou das classes de regência do 29º e 32º Festival de Inverno de Campos do Jordão, núcleo Tatuí.

O maestro Gesse Araujo, tem trabalhado, recentemente na formação de grupos de corda com formações mais profissionais e dedicadas. O exemplo é a orquestra de cordas da Camerata Jundiaí, que demonstra que o caminho é acertado.

Desde 2003, dedica-se a iniciação, educação musical e formação de grupos musicais em municípios adjacentes a Jundiaí. Coordena e assessora projetos para empreendimentos e resgates culturais na área de música com abrangência regional e participa nas oficinas culturais como:

Orquestra Intermezzo Pop, cidade de Vinhedo; Projeto Banda Viva, Vinhedo; Projeto Banda – Um crescimento!, Louveira; Banda Sinfônica Infanto-Juvenil de Várzea Paulista, Banda Luiz Edovair Davoglio, Cajamar; Formação inicial para orquestra do Projeto Camerata Jundiaí; Quinteto de Saxofones, Projeto Ideofonia Sax, Jundiaí e Projeto Orquestra-Escola Pop Gospel de Jundiaí.
 
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